A EPO na forma de uma pílula é já uma realidade. Já passou a fase de estudo e está a ser desenvolvido para a anemia e doentes renais mas, infelizmente, reunindo, também as condições ideais para ser utilizada para outros fins, em especial no meio desportivo.
A pilula faz com que o organismo pense que está em altitude, no mínimo superior a 1.500 metros, mas consoante a dose, poderá proporcionar uma adaptação do organismo a altitudes superiores, ocasionando como é lógico, o aumento da formação de glóbulos vermelhos e consequentemente um maior transporte de oxigénio, o que permite melhores rendimento desportivo.
O processo está a ser desenvolvido por um fabricante inglês, GlaxoSmithKline, embora no Japão o mesmo tipo de medicamentos está a ser desenvolvido por outro laboratório, a Astellas, este direcionado para crianças com dificuldades renais, mas cujo efeito é o mesmo.
Procurando não correr atrás do pelotão, as entidades mundiais que controlam o uso de substancias dopantes, estão já prevenidas, pelo menos desta vez, correram ao mesmo tempo dos possíveis infratores, pois já foram desenvolvidos em laboratórios de métodos anti-doping para esta tecnologia.
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