De forma a que possa existir duas classificações na mesma prova, dando possibilidade às equipas de clube ( sub-23) poderem discutir entre si o melhor ciclista da sua classe, através do Prémio da Juventude, exclusivamente destinada a estes atletas. Os ciclistas pertencentes às equipas continentais não podem fazer parte dessa mesma classificação, dado pertencerem a um escalão profissional.
É um caso que se pode considerar interessante e até, de alguma forte com alguma justiça, pois permite estabelecer uma hierarquia no setor e recompensar os melhores deste escalão. Até aí tudo bem. Só o que não é muito claro é que, o leader à partida da tirada de hoje, do Prémio da Juventude, tivesse sido um ciclista de uma equipa continental profissional, Rafael Reis, ciclista da Flaminia e que alinha na prova ao serviço da Seleção nacional.
Segundo informações fornecidas na linha de partida, o ciclista, embora profissional, está na prova a representar uma equipa de clube, neste caso a seleção.
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