O Tour aproxima-se e, como é costume, o ódio exacerbado contra a modalidade, por parte de muitos jornais e jornalistas e entidades oficiais, vem “ao de cima”, como diz o povo.
Em vésperas da centésima edição da maior prova desportiva do mundo, que se realiza anualmente, lá tinham que aparecer casos de doping guardados na secretaria, para aparecerem no momento certo. Isto é, na semana anterior ao Tour. Foi sempre assim, e não há volta a dar-lhe, pelo menos enquanto não apareça um homem forte, aos comandos da UCI que ponha um travão em tudo isto e acabe de vez, com este segregacionismo que, por cá, no nosso país, restam resquícios nos mesmos agentes.
Um outro ponto, tem vindo à tona, assumindo-se como uma grande interrogação, para o súbito e desajeitado desaparecimento da cena, do vencedor do ano passado, Bradley Wiggins que, passou uma época totalmente em branco, nítido contraste exactamente com o que tinha feito em 2012, em que venceu tudo o que havia para vencer.
Há já quem diga que, borracho por profissão e amador como ciclista, Bradley deixou uma má imagem, pelo pouco tempo com que se assumiu como um potencial ídolo, que nunca o chegou a ser, porque os ídolos duram anos, fazem-nos sonhar e acreditar que, no ano seguinte podem vencer novamente. O britânico , para que não restem grandes duvidas, já fez questão de salientar que , isto do Tour, nunca mais. Aos 34 anos, Wiggins pensa agora no final de temporada e, na próxima temporada, onde parece que irá envergar outra túnica que não a preta e azul da Sky.
fonte: jornalciclismo
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