
As suspeitas já eram muitas, mesmo antes do início do Giro, Mauro Santambrogio era apontado a dedo, por algumas figuras da modalidade. O seu diretor desportivo defendeu-o, quanto pôde , pensando que havia, no meio de tantas interrogações, alguma dose de inveja.
Pois bem, o vencedor da 14ª etapa do Giro, e nono da geral afinal, não passou de mais um batoteiro, “ tramposo”, como se diz noutras paragens, qual rato escondido, obtendo resultados à custa de uma poção mágica, chamada EPO.
A UCI tornou público hoje a notícia, que porá fim ao projeto da sua equipa, pois se um caso é fácil de suportar, dois casos com o mesmo produto de figuras tão relevantes, na mesma equipa , dificilmente permitirá a Scinto, continuar com um projeto que tinha todas as condições para rolar por muitos e bons anos.
Por cá, esperam-se notícias que tardam, que talvez possam explicar porque tanto andam alguns ciclistas. De recurso em recurso, os tramposos continuam aí, a querer continuar a enganar .
Sem comentários:
Enviar um comentário